Este fim-de-semana foi assim.
Emotional Rescue - The Rolling Stones
[7" vinyl]
O instinto de sobrevivência que levou o taberneiro a mudar radicalmente de posição, de ferveroso defensor da lei do trabalho para eriçado opositor, depois do sucesso de uma greve geral conjunta entre as duas centrais sindicais, onde só o governo e a sinistra, perdão, ministra do Trabalho torciam a realidade para um fracasso épico, foi o instinto de sobrevivência que levou o taberneiro, depois de andar a cantar vitória contra a esquerda por conquistas espúria, a votar contra a lei do trabalho na 25.ª hora, no dia em que as sondagens o davam pela primeira vez à frente da AD e, no "Deve e Haver", na balança, pesou mais forte o grito da rua que o dinheiro dos financiadores do partido da taberna. O resto é conversa de ir ao cu para as "redes", e motivo para *** ENTREVISTA EXCLUSIVA *** nos canais de todas as televisões.
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Prémio "Corno do Ano 2026"
Diz o barómetro de Junho da Intercampus para o Correio da Manhã, CMTV, Now e Jornal de Negócios que o Partido Socialista reforça a primeira posição nas intenções de voto mas que a grande alteração é o Chega a ultrapassar a Aliança Democrática, mesmo que num cenário de empate técnico. "O PS alcança 24,3% das intenções de voto, contra 20,3% do Chega e 19,5% da coligação PSD/CDS".
Diz a FN - Fake News, também conhecida por Folha Nacional, o pasquim do partido da taberna, que a "mais recente sondagem da Intercampus para a CMTV e o Jornal de Negócios coloca o CHEGA à frente da Aliança Democrática, num dos resultados mais relevantes do atual ciclo político" e no que respeita às restantes forças políticas, "a Iniciativa Liberal alcança 6,8%, seguida do Livre com 5,7%. A CDU recolhe 3,0% das intenções de voto, enquanto o Bloco de Esquerda regista 2,5% e o PAN 2,3%". Assim mesmo, o PS não entra, o PS não existe, na Intercampus ninguém se lembrou de perguntar pelo PS quando telefonaram para casa das pessoas.
Este FN - Fake News, também conhecida por Folha Nacional, o pasquim do partido da taberna, forneceu dois deputados, Bernardo Pessanha e Patrícia Carvalho, para o Conselho de Opinião da RTP, dos três nomeados pelo partido.
As pessoas são assim tão burras para paparem acefalamente o jornalixo e a desinformação produzida na Rua Miguel Lupi para o Parlamento, impressa depois em papel e disponibilizada online? Vamos seguir os barómetros.
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Luís Montenegro, Hugo Soares, Leitão Amaro, Pedro Passos Coelho, Nuno Melo, João Almeida, Paulo Núncio, Assunção Cristas, João Cotrim Figueiredo, Nuno Rocha, Mariana Leitão, Mário Amorim Lopes, e perdoem-me os que ficaram esquecidos, agora todos em uníssono: "Não há diferença entre extrema-esquerda e extrema-direita".
"Sequestro é para esquecer, mas uma granada de 37 mm disparada por uma janela adentro não está fora da ementa. Neonazis do Movimento Armilar Lusitano terão planeado invasão à casa de Montenegro".
Diz-se que no mundo só há um ser mais peneirento que Cristiano, como dizem na televisão, Ró náldo: Donald Trump. Emmanuel Macron, sabendo disso, levou-o em visita guiada a Versailles, e ali mesmo, no meio do ouro e do barroco dourado, verdadeiro e com história, nada de fancaria como a intervenção na Casa Branca, o POTUS - Peneirento of The United States, assinou a sua capitulação numa guerra insana onde o agredido saiu por cima sem sair do sítio onde estava. No meio do ouro, a humilhação passou para segundo plano, quiçá nem sequer existiu. Trump também teve direito ao seu Tratado de Versalhes, e para ele isso é o que conta.
"Foi um prazer trabalhar com os iranianos. Não são extremistas"
"Se eu não tivesse intervido, Israel teria sido destruído"
"Se os iranianos obtiverem armas nucleares, o inferno abater-se-á sobre eles"
"Sugeri a Israel que deixasse a Síria lidar com o Hezbollah. Eles fariam isso melhor"
"Ataca Netanyahu, abraça os iranianos e gaba-se"
A primeira página do diário israelita Yedioth Ahronoth.