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Agora todos em uníssono

 


 Luís Montenegro, Hugo Soares, Leitão Amaro, Pedro Passos Coelho, Nuno Melo, João Almeida, Paulo Núncio, Assunção Cristas, João Cotrim Figueiredo, Nuno Rocha, Mariana Leitão, Mário Amorim Lopes, e perdoem-me os que ficaram esquecidos, agora todos em uníssono: "Não há diferença entre extrema-esquerda e extrema-direita".

 "Sequestro é para esquecer, mas uma granada de 37 mm disparada por uma janela adentro não está fora da ementa. Neonazis do Movimento Armilar Lusitano terão planeado invasão à casa de Montenegro".

 

 

A extrema-direita manhosa, vulgo "populista"

 


 Bardella [...] diz que Putin é uma ameaça para França, depois de ter tido a chefe, Marine Le Pen, financiada com 9 milhões euros de... Putin.

 O partido de João 'afinal, somos um país de alunos com deficiência ou de alunos normais?' Tilly finge preocupação com pessoas com deficiência para atacar minorias LGBT.

 [Link na imagem] 

 

 

A direita que nos calhou em sorte

 


 O governo sombra do partido da taberna - PSD/CDS, faz aprovar uma lei ideologicamente enviesada que, segundo o ministro que diz coisas muito devagarinho para parecer sério, "corrige viés ideológico". É o mais parecido que temos com a anedota das putas, "chama-lhe, filha, antes que te chamem a ti".

 O Bloco de Esquerda quer "tornar acessíveis arquivos das FP-25 e da extrema-direita" e, como por artes mágicas, minons e bots que passam todo o santo dia no Xis com "os terroristas do Bloco" mudaram o registo para "o que o Bloco quer é esgravatar e atirar lama".

 Muito boa, esta direita que nos calhou em sorte. 

 [Imagem] 

 

 

Acredite quem quiser

 


O taberneiro, cuja especialidade é encostar a esquerda, do PS ao PCP passando pelo Bloco e pelo Livre, a Cuba, à Venezuela, à Coreia do Norte, foi a correr para Budapeste dizer as habituais inanidades sobre imigração, Islão, cristandade, cultura e valores europeus e o caralho, e aplaudir Orbán a atacar Bruxelas, onde pelos vistos está mal mas de onde não sai nem que o empurrem, e acusar a Europa de não querer a paz na Ucrânia, o que em orbánez significa deixar os ucranianos à sua sorte, entregues ao lebensraum russo e ao imperialismo de Putin. O mesmo Putin de quem todos os amigos, com quem o taberneiro se identifica, gostam, de Trump a Orbán, de Salvini a Le Pen, passando por Fico na Eslováquia e o Bolsonaro no Brasil, mas o taberneiro não. O taberneiro não gosta de Putin e nos debates ninguém lhe pode atirar a Rússia à cara. O taberneiro não gosta de Putin. Acredite quem quiser.

 

[Imagem]

 

Pelo meio o taberneiro exibiu-se no Xis, inchado que nem um sapo, ao lado de um vigarista que intrujou o próprio povo com uma criptomoeda...