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A direita que nos calhou em sorte

 


 O governo sombra do partido da taberna - PSD/CDS, faz aprovar uma lei ideologicamente enviesada que, segundo o ministro que diz coisas muito devagarinho para parecer sério, "corrige viés ideológico". É o mais parecido que temos com a anedota das putas, "chama-lhe, filha, antes que te chamem a ti".

 O Bloco de Esquerda quer "tornar acessíveis arquivos das FP-25 e da extrema-direita" e, como por artes mágicas, minons e bots que passam todo o santo dia no Xis com "os terroristas do Bloco" mudaram o registo para "o que o Bloco quer é esgravatar e atirar lama".

 Muito boa, esta direita que nos calhou em sorte. 

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Os artistas do contorcionismo

 

 

Que o país virou à direita, que o PS tem de meter isso na cabeça, não tem legitimidade para indicar um juiz para o Constitucional, os que andaram dois meses a berrar que Seguro era socialista, ministro do Guterres, para depois levarem uma tareia mestra nas urnas, 3.505.846 para 1.739.745 votos, do tal "socialista" no "país que virou à direita".

 

Que o Sánchez é contra a guerra para distrair os espanhóis, "num momento pessoal e político particularmente aflitivo - processos de tráfico de influências contra a mulher, o irmão e o número 3 do Partido Socialista, degradação dos serviços públicos, aliança com os separatistas e a extrema-esquerda", os que são pró-guerra, para distraior e safar dois bandidos a contas com a justiça dentro dos seus países - Trump e Netanyahu, perdão, pela defesa dos direitos humanos e para devolver a liberdade às mulheres iranianas.

 

Alguns destes artistas do contorcionismo ganham dinheiro para dizer estas merdas da boca para fora. 

 

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No país das percepções

 

 

Que "há uma maioria sociológica de direita" é o mantra repetido ad nauseam por estes tempos nas televisões. Nas televisões das opções editoriais que potenciaram a ascensão do populismo neo-fascista, expert em fomentar percepções na opinião pública, da desinformação "redes sociais" para a grande informação no ecrã de televisão. Não "há uma maioria sociológica de direita" coisíssima nenhuma, há uma maioria psicológica de direita, o que é substancialmente diferente.

 

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