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Agora todos em uníssono

 


 Luís Montenegro, Hugo Soares, Leitão Amaro, Pedro Passos Coelho, Nuno Melo, João Almeida, Paulo Núncio, Assunção Cristas, João Cotrim Figueiredo, Nuno Rocha, Mariana Leitão, Mário Amorim Lopes, e perdoem-me os que ficaram esquecidos, agora todos em uníssono: "Não há diferença entre extrema-esquerda e extrema-direita".

 "Sequestro é para esquecer, mas uma granada de 37 mm disparada por uma janela adentro não está fora da ementa. Neonazis do Movimento Armilar Lusitano terão planeado invasão à casa de Montenegro".

 

 

A direita que nos calhou em sorte

 


 O governo sombra do partido da taberna - PSD/CDS, faz aprovar uma lei ideologicamente enviesada que, segundo o ministro que diz coisas muito devagarinho para parecer sério, "corrige viés ideológico". É o mais parecido que temos com a anedota das putas, "chama-lhe, filha, antes que te chamem a ti".

 O Bloco de Esquerda quer "tornar acessíveis arquivos das FP-25 e da extrema-direita" e, como por artes mágicas, minons e bots que passam todo o santo dia no Xis com "os terroristas do Bloco" mudaram o registo para "o que o Bloco quer é esgravatar e atirar lama".

 Muito boa, esta direita que nos calhou em sorte. 

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Um matarruano com gravata de marca

 


 Um matarruano com gravata de marca teve um choque com a realidade, depois de 50 anos de uma narrativa diligentemente construida à roda do "terrorismo comunista" durante o PREC, e o cão de Pavlov que tem dentro a primeira coisa que fez foi atacar o jornalismo de investigação e a comunicação social independente, tal e qual o irmão gémeo partido da taberna que, com nódoas na gravata e sem saber falar e escrever português, lhe abocanhou as causas e o retrocesso civilizacional.

 

 "Num Estado que se queira de Direito e com valores esta capa é uma afronta e uma indignidade, a antítese do jornalismo sério e verdadeiro, um sinal de anomalia profunda que começa a afectar os pilares do próprio regime. O CDS reagirá firmemente em defesa da verdade e da decência."

 

 No tempo do "um Salazar" é que estes alegados jornalistas iam ver o que era bom para a tosse. Entretanto ficamos todos à espera de saber que "valores" o partido que não existe quer para o Estado, e qual a "verdade" e a "decência" que há para defender que não passe por reescrever a história nem meter mordaças nas vozes de que não se gosta.

 

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