Sete meses depois "Portugal não será o Chile da Europa!" era gritado pelas multidões nas ruas de norte a sul do país.
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Luís Montenegro, Hugo Soares, Leitão Amaro, Pedro Passos Coelho, Nuno Melo, João Almeida, Paulo Núncio, Assunção Cristas, João Cotrim Figueiredo, Nuno Rocha, Mariana Leitão, Mário Amorim Lopes, e perdoem-me os que ficaram esquecidos, agora todos em uníssono: "Não há diferença entre extrema-esquerda e extrema-direita".
"Sequestro é para esquecer, mas uma granada de 37 mm disparada por uma janela adentro não está fora da ementa. Neonazis do Movimento Armilar Lusitano terão planeado invasão à casa de Montenegro".
O governo sombra do partido da taberna - PSD/CDS, faz aprovar uma lei ideologicamente enviesada que, segundo o ministro que diz coisas muito devagarinho para parecer sério, "corrige viés ideológico". É o mais parecido que temos com a anedota das putas, "chama-lhe, filha, antes que te chamem a ti".
O Bloco de Esquerda quer "tornar acessíveis arquivos das FP-25 e da extrema-direita" e, como por artes mágicas, minons e bots que passam todo o santo dia no Xis com "os terroristas do Bloco" mudaram o registo para "o que o Bloco quer é esgravatar e atirar lama".
Muito boa, esta direita que nos calhou em sorte.
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Um matarruano com gravata de marca teve um choque com a realidade, depois de 50 anos de uma narrativa diligentemente construida à roda do "terrorismo comunista" durante o PREC, e o cão de Pavlov que tem dentro a primeira coisa que fez foi atacar o jornalismo de investigação e a comunicação social independente, tal e qual o irmão gémeo partido da taberna que, com nódoas na gravata e sem saber falar e escrever português, lhe abocanhou as causas e o retrocesso civilizacional.
No tempo do "um Salazar" é que estes alegados jornalistas iam ver o que era bom para a tosse. Entretanto ficamos todos à espera de saber que "valores" o partido que não existe quer para o Estado, e qual a "verdade" e a "decência" que há para defender que não passe por reescrever a história nem meter mordaças nas vozes de que não se gosta.
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