Um matarruano com gravata de marca
Um matarruano com gravata de marca teve um choque com a realidade, depois de 50 anos de uma narrativa diligentemente construida à roda do "terrorismo comunista" durante o PREC, e o cão de Pavlov que tem dentro a primeira coisa que fez foi atacar o jornalismo de investigação e a comunicação social independente, tal e qual o irmão gémeo partido da taberna que, com nódoas na gravata e sem saber falar e escrever português, lhe abocanhou as causas e o retrocesso civilizacional.
No tempo do "um Salazar" é que estes alegados jornalistas iam ver o que era bom para a tosse. Entretanto ficamos todos à espera de saber que "valores" o partido que não existe quer para o Estado, e qual a "verdade" e a "decência" que há para defender que não passe por reescrever a história nem meter mordaças nas vozes de que não se gosta.
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