Mostrar mensagens com a etiqueta estreito de Ormuz. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta estreito de Ormuz. Mostrar todas as mensagens

"Drill, baby, drill"

 


 Para a história vai ficar o extraordinário estímulo dado por esta administração Trump - com uma guerra inventada no Irão - à transição da gasolina/ gasóleo para o elétrico e, por arrasto, à indústria automóvel chinesa, a mais bem preparada para responder às procuras do mercado e a preços imbatíveis.

 "Drill, baby, drill", exige a horda de acéfalos enquanto aplaude o "agente laranja", sem perceber que está a cavar cada vez mais fundo a cova onde se vai enterrar.

 [Imagem] 

 

 

Falta de respeito

 


 Pessoas que ganham três, quatro, e mais salários mínimos nacionais, ainda mais 30% de isenção de horário em cima, que acham que os dos patamares inferiores devem aceitar o banco de horas individual.

 Trump que recusou a ajuda da China para desbloquear a merda que fez, a meias com Israel em Ormuz, com o brilhante raciocínio de que se os chineses se oferecerem é porque querem algo em troca.

 Uma alegada ministra do Trabalho que acha que o Presidente empoderou a UGT ao invés de a "entusiasmar" a assinar um acordo que nos remete a todos para os idos das novelas do Dickens.

 Tudo isto tem um denominador comum, tudo isto é a mesma face da mesma moeda: a falta de respeito pelo outro.

 [Imagem de autor desconhecido]

 

 

Os "mercados"

 


 Já considerámos a possibilidade deste constante "avanço" e "recuo" no Irão, hoje há negociação amanhã não há, hoje há bloqueio ao bloqueio a Ormuz amanhã não há, hoje há "Projecto Liberdade" amanhã não há, hoje há grandes avanços nas negociações amanhã não há, às vezes em menos de 24 horas, não ser mais que manipulação dos mercados por Trump, que já triplicou o património líquido neste segundo mandato, e respectiva quadrilha?

 [Imagem]

 

 

Um bufão com acesso ao botão do apocalipse



 Uma hora depois de ter a guerra ganha e o Irão no papo já pedia ajuda aos "aliados" da NATO, os mesmos "aliados" que semanas antes tinha ameaçado entregar a Putin caso não aumentassem as contribuições para a aliança, os mesmos "aliados" que tinha ameaçado invadir para roubar território, os mesmos "aliados" que sem ele não eram nada, zombava, os mesmos "aliados" que volta a ameaçar por lhe negarem apoio numa guerra que decidiu sem lhes dar cavaco, e de onde não pode nem sabe como sair, para fugir à sombra Epstein que o persegue, aliado a um bandido - Netanyahu, a contas com a justiça no seu próprio país.

 

 A haver justiça, Trump, Vance, Rubio, Hegseth, Kushner, Witkoff, e restante bando criminoso, um dia sentavam-se numa espécie de Nuremberga, nos Estado Unidos, para lhes verem aplicada a justiça dos homens, que a divina, para quem acredita, já a têm garantida.

 

[Na imagem print screen de tweet da conta oficial The White House no Xis]