Apresentam-se a votos sem falar em alteração à lei do trabalho, nem pouco mais ou menos;
fazem de conta que a greve geral não foi uma greve geral, um fiasco tal que até fez o partido da taberna mudar de posição, indicador ignorado;
fazem simulação de negociação com uma central sindical, deixando de fora a maior. O argumento é o de que os sindicatos já não são o que costumavam ser, o baixo nível de sindicalização, e tal;
como os sindicatos já não contam para o baralho escolhem "negociar" com o sindicato que conta menos;
regressam à mesa de negociação, contrariados, a pedido do Presidente da República;
continuam a simular negociação enquanto entregam ao sindicato escolhido a versão truncada do discutido;
na iminência de um rotundo "NÃO!" insinuam, em tom de ameaça sonsa, a aprovação no Parlamento a meias com o partido da extrema-direita.
Nos idos do PREC as paredes das cidades apareceram pichadas com "As putⒶs ao poder que os filhos já lá estão".
[Imagem de autor desconhecido]
