Dia 19 de Abril: o Pacheco não sabe "lidar com a tareia que levou". A "malta maoista nunca sabe aceitar derrotas...". "O Lula tem de saber que nós não gostamos de ladrões e que a recepção em Lisboa não vai ser igual à que teve em Barcelona"Dia 20 de Abril: "André Ventura é visto como o verdadeiro líder da oposição em Portugal". "Um forte abraço Nikolas Ferreira. vamos acabar com a esquerdalhada corrupta dos dois lados do Atlântico !". "Eva Cruzeiro e os socialistas". "Vem dizer não à corrupção e ao crime organizado !", assim mesmo, com espaço entre a palavra e o ponto de exclamação.
Dia 21 de Abril: "Juntem-se a nós no grito contra a corrupção e a imigração descontrolada!". "Hoje ofereci ao próximo Presidente da República Francesa uma camisola assinada do Chega no Palácio da Bolsa , no Porto.". "Os que se acham donos do 25 de Abril também se acham moral e intelectualmente superiores aos outros portugueses.". "O Chega vai propor no Parlamento português que os condenados por corrupção não possam voltar a ser titulares de cargos públicos em Portugal."
E podemos recuar mais no tempo que é mais do mesmo, imigrantes, bandidagem, ciganos, subsídios, o Lula, o terceiro mundo, o gasóleo, o Pedro Marques Lopes, as sondagens, os ladrões, vai-te embora [para a tua terra", o cocktail Molotov, a gasolina do Sanchez mais barata, o filho do Costa, fica a doer o dedo de tant scroll. Lei do trabalho: zero, rien, nada, niente, apesar de um bronco, arvorado líder da bancada parlamentar de um outrora partido social-democrata, coadjuvado por uma alegada ministra do Trabalho, insinuarem que o pacote que nos remete para o tempo do Charles Dickens poder ser aprovado no Parlamento com os votos do partido da taberna.
São as doses diárias de palha distribuída aos burros nas redes alegadamente sociais.
[Imagem de autor desconhecido]
