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Alguém há-de perceber isto

 


 Quando a prioridade deveria ser investir na produção própria - eólica, solar e das marés - para garantir a independência e a segurança energética, afinal, a opção é diversificar a dependência de terceiros. A começar logo por um país não confiável - Marrocos, como se viu na recente crise migratória em Ceuta. Alguém há-de perceber isto.

       «Interligação energética com Marrocos serve como "seguro contra apagões"»

 [Imagem

 

 

Angola é nossa

 


 "Ah e tal, Marrocos nem sequer existia, logo Ceuta não é marroquina, as pretensões de soberania caem já por terra". O chamado argumento do caralho. "Ah e tal, Angola nem existia quando lá demos à costa ", até temos uma canção e tudo, "Angola é nossa".

 [Os filhos da puta anónimos do partido da taberna no Twitter escrevem "caiem", deve ser uma mistura de cair com caiar] 

 

 

A tomada de Ceuta pelos mouros

 


 "Ah e tal, Ceuta está ser invadida por milhares de migrantes, está em causa a nossa segurança, e o caralho". De minions do partido da taberna a ilusionistas liberais é o mantra nas 'redes'. Viram o Don't Look Up e não perceberam nada, já tinham visto o World War Z e também não tinham percebido. "Zombies", "tretas de Hollywood".

 Quando o raciocínio não dá mais que o economez da "despesa pública" não há grande coisa a fazer, a questão é de resolução a montante.

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 Se Ceuta e Melilla fossem  devolvidas a Marrocos a questão dos migrantes não se colocava, passavam a fronteira de Marrocos para... Marrocos. E não é por terem entrado em território da União Europeia que ganham automaticamente estatuto de livre circulação.

 Os que atiçam os cães e fazem a distribuição diária da palha aos burros sabem perfeitamente que esta é mais uma jogada da ditadura marroquina, aliada de Trump e de Israel, para pressionar a Europa, por interposta pessoa, a Espanha de Sánchez.