Alguém há-de perceber isto

 


 Quando a prioridade deveria ser investir na produção própria - eólica, solar e das marés - para garantir a independência e a segurança energética, afinal, a opção é diversificar a dependência de terceiros. A começar logo por um país não confiável - Marrocos, como se viu na recente crise migratória em Ceuta. Alguém há-de perceber isto.

       «Interligação energética com Marrocos serve como "seguro contra apagões"»

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