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Com que linhas nos cosemos

 


 Para ficarmos todos a saber com que linhas nos cosemos, nomeadamente em relação à nova lei laboral que se cozinha na sede dos patrões, as políticas adoptadas e seguidas, as opções legislativas, era bom que a lista de clientes, os serviços prestados, saldos de contas bancárias das suas empresas e das dos cônjuges, do primeiro-ministro e dos ministros  Maria do Rosário Palma Ramalho, Manuel Castro Almeida, Carlos Abreu Amorim, Rita Alarcão Júdice e Nuno Melo viessem rapidamente a público.

 

[Imagem] 

 

 

 

 

No poupar é que está o ganho

 


 Luís Montenegro, que teve-tinha-tem uma empresa de prestação de serviços, com clientes, até agora conhecidos, como A Radio Popular, a Ferpinta e a Solverde, tudo pela sua competência, capacidade e profissionalismo, e não pela sua militância no PSD, pela sua agenda de contactos, e pelos cargos que ocupou e que inevitavelmente viria a ocupar no futuro, e que pela opacidade entrou em conflito com Estado e com as leis da República, usou os serviços jurídicos do Estado para dirimir as suas questões, do foro privado, com o Estado. No poupar é que está o ganho e até há bem pouco tempo a isto chamava-se peculato.

 

[Imagem de autor desconhecido]