O taberneiro, que foi a correr para Washington assistir à tomada de posse de Trump numa sala dos fundos, pela televisão como o resto do mundo, e que teve os ilustres da bancada para lamentar [não é gralha] a fazer figura de parolos com bonés MAGA no alto da pinha a exaltarem um país terceiro, não condena o ídolo Donald pelos duzentos e tal dias de ataques ao Irão e estrangulamento da economia mundial, não. O taberneiro nem sequer diz que é injusto; o taberneiro diz que não é muito justo que um país inicie uma guerra e os outros paguem por isso, e ainda assim depois de muito pressionado para se manifestar e de sentir que a narrativa lhe estava a escapar, o embusteiro. É a arte de fornecer a ração diária de palha aos burros.
[Imagem apanhada na net]
