Mostrar mensagens com a etiqueta covid-19. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta covid-19. Mostrar todas as mensagens

Notícias da matriz ideológica conservadora e liberal, ligada ao humanismo cristão

 


 Empresas que fecharam portas, negócios falidos, gente no desemprego, gente no lay-off, gente sem subsídio de desemprego, mortes aos milhares, gente afectada, física e psicologicamente, para o resto da vida, ensino à distância, anos lectivos irremediavelmente comprometidos e perdidos, empresas de transportes, públicos e de mercadorias, a laborarem abaixo dos 50%, mas o conservador liberal e humanista cristão, António Pires de Lima, líder da Brisa, quer uma compensação financeira do Estado, ler: de todos nós, os que faliram, os que foram obrigados a ficar em casa, os que foram para o desemprego, os que foram para o lay-off, os que não foram à escola, os que não circularam nas auto-estradas, geridas pela empresa que lidera, e que por causa disso não recebeu portagens. Que nome se dá a isto?

 [Link na imagem]

 

 

Voando sobre um ninho no telhado de uma taberna

 


 Um jornal que não existe, e como não existe não vende, do que é que vive são outros quinhentos, fez primeira página "Estado escondeu riscos das vacinas contra a Covid-19", prontamente replicado e amplificado pelo jornal da direita-estrema. No país exemplo, que abriu telejornais em todas as partidas do mundo com o sucesso da vacinação e a resposta da população, foi o tiro de partida para os chalupas saírem dos boeiros onde estavam hibernados, desde os filhos da puta anónimos nas redes, alegadamente sociais, escondidos atrás de avatares com cruzes templárias, capacetes vikings, a pátria, a família, e o caralho, até ao taberneiro, que andava desconfiado há bué, depois de há bué ter apanhado a vacina influenciado pela leitura de "vários estudos internacionais".

 

 O melhor ministro da Educação de sempre, a seguir ao melhor ministro da Educação de todos os tempos, trabalha para que José Saramago, único Nobel português da Literatura, possa deixar de ser obrigatório no 12.º ano. Foi o tiro de partida para os chalupas, acabados de sair dos boeiros, em roda livre com as vacinas, passarem a ser experts em literatura, que para eles significa ler o rótulo do bag in box tinto no Mini Preço, o formulário para a renovação do Cartão de Cidadão não conta porque têm ajuda do funcionário ao balcão, que metem "há-des cá vir" e "anda-mos" nos posts no Facecoise e no Tuita, que invariavelmente terminam com "agora pençem", enquanto metem likes a merdas de regozijo publicadas por discípulos do inteligente que não sabia o número de cantos d' Os Lusíadas e a matacões avulso do CDS.