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Debaixo da calçada, a praia do PCP

 


 E, quando pensávamos que já tínhamos visto tudo, vemos as redes pejadas de minions do partido que não é putinista, uns com mais outros com menos estudos, a evocarem o Maio de 68 a propósito do Outubro de 26.

 Maio de 68, o do "desvio esquerdista", trotskista/ maoísta/ anarquista, o dos estudantes, não o da classe operária liderado pela sua "vanguarda", ao mesmo tempo que celebram Mélenchon e a "França Insubmissa". Fo-da-se.

 [Imagem]

 Qual seria a reacção de Álvaro Cunhal se voltasse e desse com um partido chinês/mélenchonista? 

 

 

Um partido de gente desprezível

 


  Militante desde 1953, oito anos prisioneiro político nas cadeias do Aljube, Caxias e Peniche, onde foi duramente torturado; na clandestinidade desde 1966 até à revolução de Abril de 1974; na direcção do partido desde 1967; eleito deputado em 1975, sem interrupções nas legislaturas iniciadas em 1976, 1979, 1980, 1983, 1985 e 1987; quinze anos presidente do grupo parlamentar; candidato apoiado pelo partido às presidenciais de 1980; Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique e Grande-Oficial da Ordem da Liberdade; falecido em 7 de maio de 2026.

 "A pedido de vários Órgãos de Comunicação Social, sobre o falecimento de Carlos Brito"

7 Maio 2026

 "Sem prejuízo das conhecidas diferenças e distanciamento político, registamos em Carlos Brito o seu percurso antifascista e a sua contribuição na Revolução de Abril, nomeadamente no plano parlamentar."

 Um partido de gente desprezível.