Militante desde 1953, oito anos prisioneiro político nas cadeias do Aljube, Caxias e Peniche, onde foi duramente torturado; na clandestinidade desde 1966 até à revolução de Abril de 1974; na direcção do partido desde 1967; eleito deputado em 1975, sem interrupções nas legislaturas iniciadas em 1976, 1979, 1980, 1983, 1985 e 1987; quinze anos presidente do grupo parlamentar; candidato apoiado pelo partido às presidenciais de 1980; Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique e Grande-Oficial da Ordem da Liberdade; falecido em 7 de maio de 2026.
"A pedido de vários Órgãos de Comunicação Social, sobre o falecimento de Carlos Brito"
7 Maio 2026
Um partido de gente desprezível.
