Mostrar mensagens com a etiqueta ICAR. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta ICAR. Mostrar todas as mensagens

Mentiroso, mal-formado, venenoso, incendiário

 


 "Não sei se há motivos religiosos ou não, mas não é um bom sinal tentarem pegar fogo à Basílica da Estrela. Devemos estar atentos!!!"

 Assim mesmo, com três pontos de exclamação no fim.

 O energúmeno que se faz fotografar de joelhos, piedoso frente ao altar, a babar fé, não acredita em Deus, nem pouco mais ou menos, porque se acreditasse sabia que ia arder no Inferno. A reacção não foi "temos de resolver o problema destas pessoas que vivem assim, na rua, na miséria", não, foi destilar ódio por todos os poros, insinuar uma guerra religiosa.

 Deve ser muito triste para uma mãe ver no ser que carregou no ventre durante 9 meses, fruto de um acto de amor, um mentiroso, mal-formado, venenoso, incendiário. 

 

 

A teologia da opressão

 

 

 Helena Matos está preocupada com a alegada mudança de itinerário de uma procissão, por causa daqueles, no Martim Moniz, que não comem carne de porco [entretanto já desmentido esclarecido pelo Patriarcado de Lisboa].

 Miguel Morgado está preocupado com a alegada mudança de posição da ICAR e da dualidade de critérios  [ler: não dar respaldo à extrema-direita de quem o próprio começa a ser o principal ideólogo, para grande desgosto de Jaime Nogueira Pinto].

 Não deixa de ser interessante assistir aos novos da velha direita bafienta, preocupados com a orientação política de uma instituição global milenar, a ocidente oficialmente separada do Estado, mas de quem o poder político procura apoio para aquilo que poderia muito bem ser chamado "teologia da opressão".  

 [Imagem