A teologia da opressão

 

 

 Helena Matos está preocupada com a alegada mudança de itinerário de uma procissão, por causa daqueles, no Martim Moniz, que não comem carne de porco [entretanto já desmentido esclarecido pelo Patriarcado de Lisboa].

 Miguel Morgado está preocupado com a alegada mudança de posição da ICAR e da dualidade de critérios  [ler: não dar respaldo à extrema-direita de quem o próprio começa a ser o principal ideólogo, para grande desgosto de Jaime Nogueira Pinto].

 Não deixa de ser interessante assistir aos novos da velha direita bafienta, preocupados com a orientação política de uma instituição global milenar, a ocidente oficialmente separada do Estado, mas de quem o poder político procura apoio para aquilo que poderia muito bem ser chamado "teologia da opressão".  

 [Imagem