A direita do economês e da exigência a matemática e da superioridade dos colégios privados sobre a escola pública, sacrifício, exigência e o caralho, avançou que o taberneiro "gastou quase 4 mil milhões de euros na campanha para as eleições presidenciais", leram bem, um 4 com nove zeros do lado direito. Depois, lá mais para baixo, diz que o dito cujo "apresentou uma despesa de 3.730 milhões", depois voltamos ao princípio e damos conta de que "esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões".
Dez reguadas em cada mão e de orelhas de burro para o canto da sala. Quando sair o ranking das escolas lá os temos a enaltecer o Grande Colégio Universal do Porto e o de S. Tomás em Lisboa e D. Diogo de Sousa em Braga.
[Entretanto se isto não for motivo para uma *** ENTREVISTA EXCLUSIVA *** ao taberneiro num qualquer canal de televisão não sabemos o que poderá ser motivo para uma *** ENTREVISTA EXCLUSIVA *** ao taberneiro]
