O "capitalismo suicida"

 


 Parece que a chegada de "milhões" [li no outrora Twitter] de imigrantes, de baixas qualificações, para trabalharem num modelo económico em que o socialismo apostou [li no outrora Twitter], o dos baixos salários, que não traz valor acrescentado, fez disparar o preço e as rendas das casas [li no outrora Twitter] para valores que a imigração do trabalho à percentagem e, com muita sorte, salário mínimo, não pode pagar. Deve ser uma nova modalidade de capitalismo, o "capitalismo suicida", se os escravos, trabalhadores, colaboradores só ganham entre 500 a 900 a renda da casa é entre 1000 a 1500.

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 Também li, no outrora Twitter, que se o socialismo não tivesse autorizado a "substituição populacional" à fartazana, os que cá estão recebiam incomparavelmente melhores salários porque os industriais e os agrários empresários se viam na obrigação de abrir os cordões à bolsa.

 E é mato este tipo de análise tuiteira, num leque que vai desde catedráticos do economêz ilusionistas liberais até aos grunhos analfabetos do partido da taberna e da "remigraçao".