"Lundi 5 octobre 2026 à Bordeaux". Marion Vacca/ Hans Lucas
"Protesters stand by bins and furniture set on fire in the street during a demonstration by high school students in Paris, France, on October 6, 2026". Photo by Jerome Gilles/NurPhoto
E, quando pensávamos que já tínhamos visto tudo, vemos as redes pejadas de minions do partido que não é putinista, uns com mais outros com menos estudos, a evocarem o Maio de 68 a propósito do Outubro de 26.
Maio de 68, o do "desvio esquerdista", trotskista/ maoísta/ anarquista, o dos estudantes, não o da classe operária liderado pela sua "vanguarda", ao mesmo tempo que celebram Mélenchon e a "França Insubmissa". Fo-da-se.
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Qual seria a reacção de Álvaro Cunhal se voltasse e desse com um partido chinês/mélenchonista?
"Há dinheiro para as armas, mas não há dinheiro para a escola, que não tem aquecimento, que está degradada, com as casas de banho fora de serviço", etc., etc. Esta é a resposta mais comum, dada por estudantes avulso entrevistados pelas televisões, sobre a razão dos protestos. O ponto é que há dinheiro para as armas, mas também há dinheiro para a escola, para o hospital e para a pensão de reforma. A opulência existe, concentrada nas mãos de 1% - o 1% que ganha sempre, ganhe quem ganhar a guerra, e que, quando toca a financiar, faz incidir o esforço sobre os outros, os 99%. Vamos continuar a fazer de conta que a questão não é saber qual é o modelo de sociedade que pretendemos.
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O dia em que Messi foi homenageado e saiu em glória da selecção argentina foi o dia escolhido por Ró náldo, como se usa nas televisões, para fazer sair um comunicado onde, nas entrelinhas, diz precisar urgentemente de acompanhamento psiquiátrico.
[Na imagem a primeira página do argentino Crónica com a festa da despedida de Messi da selecção]
Viabilizar um Orçamento do Estado pela abstenção, a troco de se ser ouvido numa futura revisão constitucional, que não foi a votos nas legislativas e da qual se estava excluído à partida, não é um caminho de aproximação, é outra coisa qualquer.
Este senhor foi eleito por 3.505.846 votos num universo de 5.519.808.
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"AUBERVILLIERS, FRANCE - OCTOBER 1: French students clash with police near Lycée Le Corbusier Senior high school, during a march through the streets of Aubervilliers. Photo by Tom Nicholson/Getty Images"
Brasileiro no Algarve, que vota no partido da taberna e defende a remigração, votaram maioritariamente em Bolsonaro, prontamente saudado pelo taberneiro pela vitória na primeira volta das eleições.
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Rematámos mais à baliza em 45 minutos de jogo no Dragão contra a Noruega que nos últimos cinco anos com cruzamentos para o umbigo de Ró náldo, como dizem nas televisões. O Ró náldo, como dizem nas televisões, que optou por apanhar o jacto privado para Riade a tempo de ficar a ver Pedro Proença dobrar a espinha até tocar com o nariz no chão numa vénia a Ró náldo, como dizem nas televisões, e elevá-lo ao estatuto de bandeira. Para bom entendedor e para quem gosta de futebol...
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"Brutal Repression of Teenagers". "As palestras francesas sobre direitos humanos não têm credibilidade enquanto o Estado se apoiar na militarização da polícia para gerir as suas falhas internas".
A primeira página do oficialíssimo Tehran Times. Diz o povo, na sua imensa sabedoria, "quem não tem vergonha, todo o mundo é seu".