Jorge Bravo, com historial de consultoria e estudos ligados aos seguros e fundos de pensões, personalidade do ano para a associação de fundos de pensões, e que nos idos do governo "Passos Coelho - Troika - Paulo Portas" participou na Comissão Interministerial da Reforma do Sistema da Segurança Social que previu um défice superior a 2,4 mil milhões de euros por volta de 2025 caso não fossem aplicadas "reformas estruturais profundas", volta ao ataque, ao lado de Carla Castro, ex-deputada ilusionista liberal, agora pela mão de Luís 'o meu passado chama-se Passos' Montenegro, com nova previsão catastrofista do fim do mundo em cuecas. Isto está mal porque depende de como são feitas as contas, disse sem rir, depois de meter nas contas a Caixa Geral de Aposentações que há 20 anos não aceita novas entradas. E sublinhou que não há qualquer tipo de privatização e coise, da última coisa do Estado que ainda não foi saqueada, e sem "enviesamento ideológico", outra vez sem se rir.
