Um ministro da Administração Interna, Luís Neves, que se escondeu atrás da polícia que tutela e que instrumentalizou; um primeiro-ministro, Luís Montenegro, que se escondeu atrás do ministro da Administração Interna que escolheu e nomeou; em apenas três dias o taberneiro passou do "só se perdem as que caem no chão" para "propostas de emergência para a habitação"; o inafável e inenarrável Observador que acha que a decisão do tribunal só vale para a tenda de Renata Cambra.
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