À semelhança do que tinha acontecido com o "pacote laboral" o taberneiro sentiu o pulsar da rua e, em menos de um fósforo, deu o dito por não dito e virou o bico ao prego na "lei do arrendamento", depois de dias seguidos com os escudeiros da bancada para lamentar, não é gralha, a insultarem os manifestantes, prontamente replicados por milhares de minions nas redes.
Em que merda de país nos tornámos para um personagem desta estirpe estar constantemente nos lugares cimeiros das intenções de voto?
