"Foi o meu último Mundial. Mas não vou decidir de cabeça quente se continuo", diz Ró náldo [com dois acentos, como usam nas televisões] numas declarações, aparentemente sem sentido, ao tabloide desportivo Record, propriedade da Medialivre, os tais da televisão do Correio da Manha [sem til], e da NOW, aqueles sem nenhuma voz crítica ao melhor e mais famoso capitão de todos os tempos, ainda mais que o capitão James T. Kirk, o respeitinho ao patrão é muito bonito e a vidinha custa a ganhar a todos.
É que ainda há muitos recordes para bater, o da participação em europeus, o próximo é já em 2018, o da participação em mundiais, a seguir é já 2030 em Portugal, o do primeiro jogador da história a jogar na mesma equipa que o filho, o dos golos, 1000 e mais além. "Pinares" como diria o badalado futuro seleccionador, que não se adivinha gajo com tomates para quebrar o reinado do egocêntrico.
O Rafa é que a sabia toda, quando anunciou que não metia mais os chispes na Selecção. E esta merda só se resolvia com 10 Rafas, mas não há tomates para isso, preferem ser 10 langonhetes, os langonhas que não se importam de hipotecar a sua história para serem figurantes na equipa do Ró náldo.
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