"subordinação e subjugação das pessoas"

 


 "Estavam a colher morangos e foram queimados vivos porque exigiram pagamento aos capatazes. Quatro trabalhadores, três afegãos e um paquistanês, morreram no interior da Calábria; um quinto sobreviveu", é a primeira página do italiano Il Manifesto, no site "I braccianti afghani bruciati vivi perché volevano lo stipendio [...] Il sopravvissuto: mai pagati da aprile"/ "Os trabalhadores afegãos foram queimados vivos porque queriam receber os seus salários [...] O sobrevivente: sem receber salário desde abril".

 

 

 A diferença de tratamento, o chavascal da direita-extrema e da extrema-direita nas redes, alegadamente sociais, o partido da taberna à cabeça, minions e deputados eleitos, com assassinato de Henry Nowak em Inglaterra às mãos de um sikh. "Remigração!", "Deportação!", "Para a terra deles!" e o caralho. Todos. Até os "bons". Mais elaborado: "é converter a acusação de racismo num uso ideológico de subordinação e subjugação das pessoas". Isso, "subordinação e subjugação das pessoas".