"Salário mínimo nacional cada vez mais perto do mediano", dito de outra maneira, o salário só tem crescimento real quando imposto pelo Estado, os salários negociados entre sindicatos e patrões têm um crescimento menor. E o que faz o Governo do ex-líder da bancada parlamentar de suporte ao governo, cujo ex-primeiro-ministro defendia que aumentar o salário mínimo era prejudicial para as empresas, e que saiu a lamentar "baixar os custos do trabalho foi a reforma que ficou por fazer"? Tenta impor uma lei do trabalho que retira poder negocial aos sindicatos.
Ah e tal, o Estado é óptimo a decidir sobre o dinheiro de quem cria riqueza, desenganem-se, não são os trabalhadores colaboradores, são os "empresários", antes os "industriais" e "agrários", para quem deixar de trabalhar sol-a-sol era mau para a economia, para as empresas e para o crescimento económico, não necessariamente por esta ordem, para quem um dia de descanso semanal era mau para a economia, para as empresas e para o crescimento económico, para quem dois dias de descanso semanal era mau para a economia, para as empresas e para o crescimento económico, para quem uma semana de férias não pagas era mau para a economia, para as empresas e para o crescimento económico, para quem 22 dias de férias pagas era mau para a economia, para as empresas e para o crescimento económico, para quem o subsídio de férias era mau para a economia, para as empresas e para o crescimento económico, para quem o 13.º mês era mau para a economia, para as empresas e para o crescimento económico, "e assim sucessivamente, pára agrafo", como diria o João César das Monteiro
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