Espelho meu, espelho meu...

 


 Quando os cravos que sempre foram verdes deixaram de ser pretos [impressionante a percentagem dos estimados 500 mil daltónicos portugueses que calharam no partido da taberna...] o argumento passou a ser a homossexualidade como arma de arremesso, "ofensa", ao bando de ignorantes eleitos deputados. Ninguém ofendeu ninguém, estamos em 2026, até podem casar, constituir família, ter filhos, foi uma simples constatação. E este argumentário, da homossexualidade como ofensa, diz muito sobre quem o invoca. Ai diz sim senhor.  

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